O Festival Internacional de Tunas de Setúbal realiza-se este sábado, pelas 21 horas, Fórum Municipal Luísa Todi, com objectivo de dinamizar o espírito académico da cidade e divulgar nacional e internacionalmente o nome da ESTSetúbal e do Festival Internacional de Tunas de Setúbal.
Tunas a concurso:
anTUNiA - Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova Lisboa
Trovantina - Tuna Masculina do Instituto Politécnico de Leiria
Tuna do Distrito Universitário de San Luis Potosí - México
Tuna Politécnica Superior de la Rábida de Huelva - Espanha
Tusófona - Real Tuna Lusófona de Lisboa
Extra-concurso:
ESTuna - Tuna de Engenharia da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal
Tuna anfitriã:
ESTuna - Tuna da Engenharia da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal.
A ministra da Educação veio dizer-nos que o insucesso e o abandono escolares custam mais de dois milhões de euros por dia, mas não se percebe quais as medidas para que os alunos tenham melhores resultados e mais incentivos.
Aos alunos não é dito que futuro os espera depois de acabarem um curso.
Aos pais e ao resto da população só se fala em custos.
E se reagíssemos em função dos custos chegaríamos à conclusão de que o Governo não serve para nada…
O ilustrador André Carrilho expõe pela primeira vez na Galeria do Diário de Notícias. A inauguração foi hoje.
Trata-se de uma selecção de 37 trabalhos que saíram em publicações estrangeiras e nacionais e que podem ser apreciados até 28 de Maio.
Numa entrevista ao El País, no passado sábado, Otelo Saraiva de Carvalho diz ter sido guionista, protagonista e realizador do 25 de Abril.
Como diria Jô Soares: - “Cala a boca Batista...”

O Porto de Sines encerrou o exercício de 2007 com um volume de negócios recorde de 35,184 milhões de euros. Os resultados operacionais também foram positivos, atingindo os 2,995 milhões de euros, e os resultados líquidos ascenderam a 3,729 milhões de euros. A actividade desenvolvida pela APS ao longo de 2007 permitiu diminuir o endividamento bancário em 2,6 milhões de euros e a autonomia financeira passou de 25,5% em 2006 para os 26,2%.
O desenvolvimento da notícia pode ser visto aqui.
José Teófilo Duarte lembra, no Blogoperatório que “Cavaco Silva queixa-se da falta de informação dos jovens portugueses.
Isto dito por quem se gabava de não ler jornais...”
Paulo Teixeira Pinto, que foi presidente do BCP, diz:
- “Temos piores gestores que operários”.
Jaime Silva, ministro da Agricultura e Pescas, numa entrevista que deu esta quinta-feira ao «Jornal de Negócios» (pá. 4 e 5), diz querer introduzir no Ministério da Agricultura, a regra: “Não fique no mesmo sítio cinco anos”.
Ficamos assim a saber que o Governo - a ser implementada tal medida – não irá terminar um segundo mandato…
Diz-se no «Diário de Notícias» desta quinta-feira (pág. 38) que Jorge Jesus deixa o emblema da “Cruz de Cristo”, do Restelo, para ir treinar o Sporting de Braga (cidade dos arcebispos).
Percebe-se na notícia que a decisão ainda não foi comunicada ao presidente do Belenenses, embora a transferência seja já um facto consumado.
Judas não faria melhor…
José Faria, testemunha-chave no processo contra Ferreira Torres que decorre no Tribunal de Marco de Canaveses, já regressou a casa e "encontra-se a descansar"...
Serviço de Protecção da Natureza e Biodiversidade da GNR apreendeu 2.385 animais entre répteis, aves, mamíferos, peixes e ovos de espécies protegidas em 2007.
«“Chega, basta”. Com estes eloquentes desabafos, o precoce ex-lider do PSD foi-se.» Diz João Paulo Guerra, no Diário Económico desta segunda-feira.
Luís Filipe Menezes fica assim com mais currículo como contestatário de anteriores direcções do seu partido que como líder. Sete meses e “chega, basta”, pronto, tá, alto e pára o baile. Ainda bem, para ele, que não chegou a deixar Gaia nem nada para trás para ocupar a transitória liderança. É sempre penoso refazer vínculos desfeitos, atar as pontas de nós desatados. Assim foi só um adeus e até ao meu regresso e ei-lo de volta aos dias andados. O mais que pode ter ficado é algum nó na garganta, um embaraço, um prematuro desenlace, uma interrupção involuntária da liderança. Homem, você ainda agora chegou e já está de partida?! Nem aqueceu o lugar. É a vida na oposição sem partido para partir e repartir.
Apesar de inesperado, o episódio parece reincidente. Ia dizer que já escrevi algo de muito semelhante nos nove anos desta Coluna Vertebral, qualquer coisa como: “O governo sofre contestação mas o que cai é a oposição”. Às tantas é isso mesmo: a oposição, de costas para a contestação, cai desamparada. Não tem a que se agarrar uma liderança partidária que chega a usar como tema de oposição a celebração de um contrato de trabalho entre o canal público de televisão e uma jornalista. Mas em que é que o partido cara se havia de opor ao partido coroa? Na filosofia, nas políticas, nunca. Restam os ‘fait-divers’.
Com ou sem eleições ganhas e mandatos para governar, desde os idos de 90 que nenhum líder do PSD chega ao fim da carreira. Uns caem, outros deixam-se cair, outros ainda simplesmente fogem. O cara ou coroa do alterne democrático está reduzido ao jogo com uma moeda viciada de duas faces iguais. Próximo…
jpguerra@economicasgps.com
Recentemente foi criada, em Olivença, a “Além Guadiana”, associação sem fins lucrativos que nasceu com o objectivo de fomentar a cultura portuguesa em Olivença. Em comunicado, a associação explica que a iniciativa partiu de um conjunto de oliventinos consciente da grande riqueza do património da sua terra.

Crianças no Luena (Angola) em Novembro de 2005
Numa daquelas conversas em que nos lastimamos pelos azares que nos batem à porta, o nosso amigo Hélder Ferreira soltou-nos esta frase:
- "Andei triste por não ter sapatos, até ao dia em que descobri que há quem não tenha pés”.
A reportagem estava no Centro Cultural de Belém e mostrava-nos o que são os “Dias da Música” .
Eram 21:25 h, quando o repórter disparou: “Ouvimos opiniões acerca do concerto que acabou de acabar”.
Mais palavras para quê?

Leonor Freitas da Casa Ermelinda Freitas
Era bom mas acabou-se. Pelo menos na adega da Casa Ermelinda Freitas. As 10 800 garrafas de Syrah 2005 não chegaram para as encomendas após ser conhecido o "inesperado" resultado do concurso dos enólogos Vinalies Internationales 2008, em Paris, em prova cega, que distinguiu o vinho produzido em Fernando Pó (Palmela) como o melhor tinto do mundo. Concorreram três mil participantes, de 36 países. A distinção aguçou a curiosidade nacional. A colheita de 2006 vai estar à venda dentro de 15 dias.
Leonor Freitas, que há mais de uma década gere a casa fundada pela avó Ermelinda em 1920, não esconde o orgulho, enquanto mostra os seis hectares onde tudo começa. A área total de vinha da empresa chega aos 130 hectares, mas é naquele "cantinho" que a casta Syrah dá as célebres uvas para um tinto de excepção. Leonor assegura que esta casta do Sul de França, que há 25 anos foi recuperada por australianos, tem condições especiais por terras de Fernando Pó, uma região situada entre a foz de dois rios, Sado e Tejo.
É a abundância de água que contribui para uma maturação homogénea nos meses de Julho e Agosto, quando a planta precisa de humidade, sendo que à proximidade de mar proporciona verões mais amenos. Daí o Syrah ter garantido em 2005 uma colheita agora reconhecida internacionalmente, quando Portugal vivia mais uma seca extrema que agudizou a crise na agricultura.
Depois da vindima e do processo de vinificação, o Syrah estagiou nove meses em barricas de madeira de carvalho, cujo corpo é francês, enquanto o topo tem origem americana. Uma particular combinação que, segundo Leonor Freitas , "dá um gosto especial. Faz, de facto, diferença", revela a empresária, que recorda o dia em que foi chamada pelo enólogo Jaime Quendera, com quem trabalha há dez anos, para provar o vinho, depois das misturas que conduziram ao sucesso. "Tenho uma grande confiança nele, mas achei logo nessa altura que o vinho estava óptimo", relata.
Os especialistas definem o Syrah como tendo uma tonalidade rubi carregado, quase opaco, devido à elevada concentração, apresentando um aroma maduro com toques de melados e alguma especiaria conferida pela própria casta. Na boca, que é o que conta, o melhor tinto do mundo é encorpado, com muito volume, cheio e tem muitos taninos, mas não agressivos. Os taninos são o que amargam o vinho, dando-lhe longevidade. O sabor fica muito tempo na boca.
O engarrafamento do célebre néctar foi feito em Março de 2007 e cada uma das 10 800 garrafas produzidas - um quilograma de uvas enche um exemplar de 75 centilitros - foi vendida a 20 euros. Metade da produção seguiu para o estrangeiro. "É pena não termos mais. A procura é enorme e gostávamos que todas as pessoas provassem, mas nunca imaginámos que iríamos vencer", admite Leonor Freitas, anunciando para o final do mês o lançamento do Syrah 2006. "É da mesma vinha, da mesma parcela de terreno e estagiou no mesmo tipo de barricas. Será muito idêntico, mas não podemos dizer que vai ser igual. Afinal, estamos a falar de um produto biológico."
A casta Syrah foi introduzida há seis anos na Casa Ermelinda Freitas e logo mostrou os seus atributos. Já no ano passado a Adega de Pegões tinha conquistado a Grande Medalha de Ouro em Bruxelas. É curioso: nos supermercados da região não há Syrah que resista. Mesmo as colheitas anteriores a 2005.|
ROBERTO DORES «http://dn.sapo.pt/2008/04/18/dnbolsa/melhor_tinto_mundo_produzido_palmela.html
»
O Diário de Negócios publica na página 37 da edição desta sexta-feira uma peça que diz:
“República Checa e Itália na final do Euro 2008”
O título é baseado no modelo matemático da USB que também diz que Portugal não passa da fase de grupos no próximo europeu.
Luís Filipe Menezes marcou eleições directas para 24 de Maio, no PSD, demitiu-se do cargo de presidente e diz que já não se recandidatar .
O «Diário Económico», desta quarta-feira, tem como grande título na página 34: “PS recusa limitar entrada de políticos em empresas”.

O livro 'Marechal Costa Gomes' - No Centro da Tempestade, de Luís Nuno Rodrigues, da «Esfera dos Livros» será apresentado pelo Dr. Jorge Sampaio, na próxima sexta-feira, às 18:30 horas, no Fórum da Associação 25 de Abril, na Rua da Misericórdia, 95, em Lisboa.
Colecção: História Biográfica
P.V.P: 27 €
Preço S / IVA: 25,71 €
Páginas: 408 + 24 extratextos
Formato: 16 X 23,5
Encadernação: Cartonado
SINOPSE
Geriu uma revolução sem nunca ser um revolucionário. Foi hábil na política sem ser um político. Foi um militar que nunca deixou de pensar como um civil. Exerceu altos cargos nos regimes de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, mas por duas vezes foi demitido pelos chefes do governo. Foi dos primeiros militares a reconhecer a impossibilidade de uma solução exclusivamente militar em África mas, também, o general que maior número de tropas comandou em Moçambique e Angola. Estas e muitas outras aparentes contradições marcaram o percurso político e militar de Francisco Costa Gomes. Um homem que esteve sempre no centro das tempestades que atravessou ao longo da sua vida. Um jogador frio e calculista ou uma personalidade indecisa e flutuante?
Na biografia Marechal Costa Gomes - No Centro da Tempestade, ficamos a conhecer o jovem aluno do Colégio Militar, o militar preferido nas estruturas da NATO, aquele que Marcelo Caetano escolheu para chefiar as Forças Armadas e que os capitães de Abril escolheram para líder do novo regime. O homem que substituiu António de Spínola na cadeira da presidência e que nos meses seguintes serviu como verdadeiro centro de moderação e de mediação entre as diversas forças que disputaram o controlo político e militar do país.
BIOGRAFIA
Luís Nuno Rodrigues é Doutor em História Americana pela Universidade do Wisconsin (EUA) e em História Moderna e Contemporânea pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Actualmente é Professor Auxiliar com Agregação no Departamento de História do ISCTE.
. O autor traça o retrato desta personalidade controversa e enigmática da História Portuguesa Contemporânea.
. Costa Gomes desempenhou um papel fulcral nos anos finais da Ditadura e no chamado Processo Revolucionário em Curso, ou PREC, que se seguiu ao 25 de Abril.
. O homem que, numa conjuntura altamente delicada, conseguiu evitar o perigo da guerra civil e contribuiu para a instauração de um regime democrático em Portugal.
. Costa Gomes substituiu António de Spínola na Presidência da República.
. Da mesma colecção: 25 de Abril - Mitos de uma Revolução.
«o tempo e a memória» é o subtítulo da crónica que Mário Soares assina esta terça-feira, no «Diário de Notícias» (pág. 9) que intitula “A política e os negócios” e onde diz que “Agora que o modelo neoliberal está gasto é tempo de voltarmos ao idealismo, na política, aos valores éticos e aos grandes ideais”.
A política e os negócios
1. Na semana passada, a imprensa de fim-de-semana - e as televisões e rádios - deu bastante destaque à questão da separação - óbvia - entre a política e os negócios. Chamou a atenção para o enriquecimento ilícito, de certos políticos, considerado crime de corrupção, pela Convenção da ONU, que o Parlamento português ratificou, por unanimidade, em Julho de 2007. Lembraram a actualidade das propostas do ex-deputado João Cravinho, contra a corrupção, as quais, por razões jurídicas, quanto ao ónus da prova, não foram por diante, até agora, reclamando a necessidade de uma maior transparência, quando certos políticos deixam postos governamentais e saltam para as administrações de empresas, dependentes de subsídios estatais.
Trata-se de um problema de ética política e também jurídico, de um ilícito criminal, se assim for definido pela lei, de primeira importância para o bom funcionamento das instituições democráticas. Já os romanos diziam "que à mulher de César, não basta ser séria: é preciso também parecê-lo"...
Com efeito, em sociedades de opinião livre, nada faz pior ao prestígio das instituições do que os rumores correntes de que os políticos querem ocupar os lugares "para se encherem", tratar dos seus interesses e enriquecerem.
Numa fase mundial de crise financeira, com tantas irregularidades e falências bancárias - e o espectro de uma recessão generalizada -, com a subida dos preços das matérias-primas e dos produtos alimentares, que se reflecte no aumento do custo de vida, o slogan de um velho e conhecido político brasileiro, de há 50 anos, "rouba, mas faz", já não convence ninguém.
As Nações Unidas acabam de definir como um desafio inédito "as revoltas da fome", que eclodiram em vários países e ameaçam generalizar-se ao mundo global e mediatizado em que vivemos.
A I República (1910-26) poderá ter cometido muitos erros. Mas os seus políticos mais conhecidos foram todos impecavelmente sérios: morreram pobres, mesmo os que eram ricos de origem, como Bernardino Machado, Teixeira Gomes ou José Relvas. Existia a sanção moral da ética republicana. Em grande parte, por isso, o ideal republicano pôde sobreviver aos 48 anos de ditadura.
No consulado de Marcelo Caetano, quando o economicismo começou a avançar na sociedade portuguesa, o saudoso Raul Rego publicou um folheto, em edição do autor - os políticos e o poder económico -, em 1969, no qual denunciava o conúbio de certos políticos do marcelismo com os bancos e as grandes empresas, indicando os seus nomes e comparando com a integridade moral dos políticos republicanos. Teve um efeito devastador.
A nossa II República, que começou com a Constituição de 1976, ainda felizmente em vigor, embora com naturais revisões, na sua primeira fase, foi construída com muito idealismo e desinteresse pessoal dos políticos de todos os partidos. Depois chegou-nos a vaga neoliberal, que contaminou a Europa, mesmo alguns socialistas, criando-se, tacitamente, o "centrão dos negócios" entre políticos, os lobbies, os conúbios entre Estado, bancos e empresas, numa palavra: as negociatas...
Agora que o modelo neoliberal está gasto - e conduziu a América e o mundo ao desastre que está à vista - é tempo de voltarmos ao idealismo, na política, aos valores éticos e aos grandes ideais. Por forma clara, adoptando as disposições legais necessárias. Mas também para vencer a crise com que nos confrontamos. Realmente, um político, não basta ser sério. É essencial, também, parecê-lo. Para superar o descontentamento, o desgaste da política e dos partidos e eventuais revoltas que ameacem instalar-se...
2. Um bom entendimento. Vi e ouvi a sr.ª ministra da Educação comentar o entendimento a que chegou com os sindicatos dos professores. Gostei da forma clara, inteligente e moderada como se expressou. Vi e ouvi também o líder sindical Mário Nogueira: firme, mas razoável. Não houve acordo - disse -, mas houve um entendimento. Muito bem! Quer dizer que o diálogo vai continuar. Excelente notícia. É a falar que as pessoas se entendem. Os tempos estão difíceis e a política do "quanto pior, melhor" não leva a parte alguma.
3. Participei no passado fim-de-semana no VI Seminário Luso-Espanhol de Periodistas, nas Termas de Monfortinho. Gostei de lá estar. Um ambiente acolhedor, cordialíssimo, com mais espanhóis que portugueses e intervenções de grande qualidade. A Câmara de Idanha-a-Nova caprichou em mostrar o seu património artístico e cultural (Idanha-a-Velha e Penha Garcia), as suas belezas naturais e em descrever o Parque Natural da Meseta Meridional, com 600 milhões de anos de vestígios geológicos para mostrar.
Entre as intervenções destaco a do cineasta António- -Pedro Vasconcelos, que propôs a criação de uma televisão luso- -espanhola, à semelhança da Arte, para a França e a Alemanha. Uma ideia a não esquecer...
Vivemos num país onde o desemprego anda pelos 8%; onde a distribuição do rendimento é cada mais assimétrica; onde a Educação é uma desgraça nacional; onde a criminalidade é um problema crescente; onde a Economia diverge da Europa há dez anos (houve um ano em que a Espanha cresceu mais do que nós em cinco?).
Num país assim, qualquer cidadão espera, do principal partido da oposição, uma proposta de futuro. Algo que o convença que esse partido pode fazer melhor do que quem está no poder. Mas a fazer fé nas palavras de Rui Gomes da Silva, vice-presidente do PSD, o partido prefere dizer ao país que está preocupado porque a jornalista que divide o coração com o primeiro-ministro, foi convidada para fazer um programa na RTP2. Está tudo dito?
Esta prosa, fique claro, não é uma reacção corporativa (já critiquei, nesta coluna, alguns disparates da nossa classe): não conheço a Fernanda Câncio e só ocasionalmente a leio. O que me preocupa é que o PSD ache que a sua afirmação passa por enlamear a vida profissional de uma jornalista? para atacar o primeiro-ministro. É uma vergonha. Uma imensa vergonha. Que os eleitores se encarregarão de penalizar em 2009. Porque até os “PSDs” mais fanáticos devem estar com muita vontade de dar uma vassourada na classe que dirige o partido.
P.S. - A ida de Jorge Coelho para a Mota-Engil é mais uma face dos “limites do capitalismo português”. Apenas isso.
camilolourenco@gmail.com
Director do Jornal de Negócios
Manuel Ennes Ferreira, professor do ISEG, diz no último número do Expresso, que “os trabalhadores portugueses estão a ir para Angola em força. Os vistos de trabalho tinham aumentado 270%... embora pindericamente isso diga respeito a passar de 92 para 342 vistos de trabalho! Só por contraste, e de acordo com o Ministério do Interior de Angola, em 2006 foram dados 14.283 vistos a trabalhadores chineses e em 2007 este número subiu para 22.043.”
In Expresso – supl. Economia, 12.Abril.2008 – Pág. 5
Inserida na programação da “Festa com Livros”, “Estórias de Encantar”, a exposição da autoria da Oficina da Terra está patente na Capela de Santo António em Portel.
O reagrupamento de uma classe que finge inquietar-se com os dois milhões e meio de pobres portugueses, é a mesma que, levemente atingida com o 25 de Abril, nunca enriqueceu a paleta das suas sensibilidades com as cores da solidariedade social.
In «Jornal de Negócios, 11 de Abril 2008 – Weekend, pág XVI
Os falsos recibos verdes são um escândalo.
A precariedade no trabalho, que atinge um quarto da população, é uma ameaça. O desemprego é desesperante. Trabalhar para aquecer, sem a devida paga, é uma sacanice indescritível. Os direitos sem deveres são uma constante: reivindicamos o que merecemos e o que não merecemos. Ganhamos pouco e pagamos muito. Quando se tenta o equilíbrio, provoca-se o desequilíbrio, em nome de um qualquer equilíbrio sectorial.
Este país parece aquela aldeia gaulesa...
Está no «Blogoperatório»
Estreia da peça peça de teatro “Por dez réis”, da autoria de Portugal da Silveira, no Clube Recreativo Palhavã, em Setúbal, sábado, 3 de Maio, pelas 21:30 horas.
O Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, recomenda este evento cultural, pela sua inserção na história da cidade e pela interpretação em meio popular (associativismo cultural) que conferem a este trabalho uma acentuada originalidade. Em anexo, junta-se a ficha técnica.
Ficha técnica:
Texto de: Portugal da Silveira
Dramatologia de: Bruno Frazão
Poemas de: Paula Martins
Música: Maestro Carlos Pinto
Encenação: Bruno Frazão
Coreografia: Francisco Branquinho
Actores:
Bruno Frazão
Flávio Fernandes
Manuel Sousa
Alexandre Silva
Jorge Moreira
Paulo Inácio
Sara Margarida
Carla Lança
Tita Jones
Pomba Nunes
Cláudia Tavares
Joana
Figurantes :
João Tavares
Amílcar
Técnicos cena :
Vânia Inácio
Joana Neto
A peça estreia no dia 03/05/2008, pelas 21.30H. no entanto será aberto ao publico um ensaio
da peça no próximo dia 28/04/08.
Clube Recreativo Palhavã
Rua do Clube recreativo palhavã, 61
2900 Setúbal
Tel/fax (reservas): 265 573 236
www.palhava.com
e-mail . grupo_cenico_palhava@sapo.pt
O grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), António Reis, destacou-se ontem, em Bruxelas a “grande consonância de posições” entre a maçonaria e o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, sustentando estarem desfeitos “alguns mal-entendidos”.
António Reis integrou uma delegação de representantes da maçonaria europeia que foi recebida pelo chefe do executivo europeu, o que aconteceu pela primeira vez. “O encontro correu de maneira cordial e desfizeram-se alguns mal-entendidos”, afirmou. Uma referência a um discurso de Barroso, em Setembro último, no qual o presidente da Comissão sublinhou o papel das religiões no futuro da Europa. “Demos conta que existe, afinal de contas, uma grande consonância entre as nossas posições, nomeadamente na defesa da laicidade na Europa”, referiu António Reis.
In «Diário de Notícias»
Ângelo Correia afirma que cultiva lealdades ideológicas e não pessoais e que quem melhor desenvolver as ideias políticas que defende é o seu líder.
Enólogos franceses elegeram, em “prova cega”, o vinho Syrah, da Casa Ermelinda Freitas, de Fernando Pó, no concelho de Palmela, como o melhor do mundo.
O Ministério da Justiça anunciou que vai rever o novo Regulamento das Custas Processuais no que respeita aos processos de adopção que, a partir de Setembro, ao abrigo da nova lei, implicariam um pagamento inicial de 576 euros.
A proposta de criação de uma Empresa Municipal em Évora é, nos termos actuais, contrária aos interesses do Município, diz a CDU. Em comunicado, os vereadores Jesuína Pedreira, João Andrade Santos e José Barradas dizem que abordagem aos espaços culturais tem uma «filosofia negocista subjacente» e referem a «visão de uma «cultura» massificada e sem raízes, travestida em indústria de animação» será «totalmente inaceitável» numa cidade de história e de cultura.

Manuel Gusmão, poeta, ensaísta, professor
Na geração poética de 90, dir-se-ia um "retardatário", como ele próprio o diz. Manuel Gusmão (Évora, 1945) é um poeta da década de 70 - na medida em que publicou tardiamente em livro -, e do recomeço cíclico de tudo. Também professor universitário (aposentado) e ensaísta, é hoje homenageado, às 18.30, na sala Carlos Paredes da Sociedade Portuguesa de Autores. São oradores convidados António Guerreiro, Fernando Cabral Martins, Gustavo Rubim, Helena Carvalhão Buescu, Kelly Basílio e Paula Morão. Será lançado na ocasião a sua obra mais recente: A Terceira Mão, uma edição da Caminho.
in «Diário de Notícias»
Treinador do Sporting disse ter confiança total no acesso às meias-finais da Taça UEFA, se equipa jogar da mesma forma de hoje frente ao Glasgow Rangers (0-0).
Marinho Pinto comparou a postura de alguns juízes à dos reis, que tinham poder absoluto sem necessidade de justificar as suas decisões.
O texto está no Gota e reza assim:
Depois de ler esta noticia, fiquei a saber que o taxista que no Porto, sob o efeito do alcool, atropelou 4 crianças e se pôs em fuga regressou ao trabalho.
Ora, se eu andar com uma morada na carta de condução diferente dos outros documentos apanho uma multa, se por acaso não tiver dinheiro na hora para a pagar apreendem-me a carta, o que me impede de conduzir e por consequência de ir trabalhar.
Mas conduzir embriagado, atropelar pessoas e deixa-las à morte não tem problema, pode continuar a matar.
Só neste fim de mundo é que se defendem os criminosos e se lixa quem trabalha.

A foto é de Estela Silva, da Agência Lusa e ilustra as páginas 2 e 3 da edição de hoje do «Diário de Notícias», onde se fala que a “Liga de futebol avança processos no ‘Apito Dourado’”.
O pormenor está na educação do senhor (deve ser um advogado) que, a contas com o carrego da documentação ainda se presta a, delicadamente, segurar a porta para que Pinto da Costa passe…
… repare-se que o presidente do FC Porto não se digna tirar a mão do bolso para corresponder à amabilidade de quem lhe franqueia a passagem.